Prefeito de Manoel Vitorino decreta estado de "Calamidade Pública", mas contradiz com contratações que não são essênciais


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O Decreto Municipal de número 040/2021, decreta “Estado de Calamidade Pública no Município de Manoel Vitorino, interior Baiano. O prefeito Silvany Barros fixa o mesmo para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da Pandemia do Coronavírus.

No município com uma população estimada de 13.087 pessoas, o boletim Informativo divulgado ontem, sexta-feira (26), sobre a situação do COVID-19 no Município, aponta que não há nenhum caso e que apenas trêspacientes estão sendo recuperados em residência. (👈Clique no Link)

Porém, mesmo diante de um decreto de “Calamidade Pública”, o prefeito do município aproveita para fazer várias nomeações de chefe de divisão de estradas, Decreto 042/2021.

Além do Decreto de número 057/2021, que nomeia mais um administrador de povoado.

Mas não fica apenas nisso, no meio de uma “Calamidade Pública”, decretado pelo prefeito de Manoel Vitorino, encontramos Aviso de Licitação Pregão Eletrônico de número 004/2021PE, para "Contratação de empresas para fornecimento de gêneros alimentícios para atender as demandas das secretarias e órgãos."

Ora, se devido a uma “Calamidade Pública”, que o município enfrenta, não poderá ter aulas presencial para fornecer alimentação para as escolas, está proibido cafezinho e alimentação fora de casa para evitar a propagação do coronavírus, para onde vai esses alimentos?

E não me diga que vai para a cesta-básica por que para isso uma outra licitação foi aberta, trata-se do Pregão Eletrônico de número 007/2021PE, que é para "Contratação de empresa do ramo para aquisição de cestas básicas, a serem distribuídas para as famílias carentes deste município pela secretaria de assistência social."// Fonte: Levy Barros