Caso ocorreu na tarde testa sexta (23) no Conjunto Penal de Teixeira de Freitas. Josenildo “Índio” foi abordado no estacionamento do presídio.



Na tarde desta sexta feira, 23 de abril, um presidiário, que iria começar a cumprir pena no regime semiaberto, com a utilização de uma tornozeleira eletrônica, foi assassinado no momento em que estava saindo do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, localizado Rua Nova Venécia, no Bairro Kaikan Sul. O crime aconteceu dentro do estacionamento do presídio.
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Segundo a polícia, era por volta das 14h00, quando a vítima identificada por Josenildo Batista de Matos, vulgo “Índio”, havia colocado a tornozeleira eletrônica, chamou um mototáxi para buscá-lo e estava aguardando para ir embora, momento em que o autor do crime chegou a bordo de uma motocicleta, estacionou próximo ao local do fato, foi até a vítima e desferiu vários tiros.



A Polícia Militar foi até o local, preservou a área até a chegada do delegado titular, Ricardo Amaral, que realizou o levantamento cadavérico, juntamente com sua equipe de investigadores. Os peritos do Departamento de Polícia Técnica, Flávio Sampaio e Everton dos Anjos, realizaram a perícia de local de ação violenta (homicídio). Durante o exame pericial foi encontrado um projétil de arma de fogo. Segundo os peritos, na cabeça da vítima havia 06 perfurações por projéteis de arma de fogo.


Os militares encontraram com a vítima, R$ 480,00 (quatrocentos e oitenta reais) em espécie. O “Índio” foi preso em julho de 2016, em Arraial D’ajuda, Porto Seguro/BA, por força de mandado de prisão, em uma operação da 8ª Coorpin em conjunto com a Polícia Militar, acusado de praticar um bárbaro homicídio em Ponta de Corumbau, Distrito de Prado/BA, que vitimou Aureliano Santos Cunha, a golpes de facão e enxada. Segundo informações não oficiais, “Índio” se envolveu em uma briga na semana passada dentro do Conjunto Penal, ocasião em que foi golpeado na parte de trás da cabeça. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames de necropsia. O delegado Ricardo Amaral instaurou inquérito policial para investigar o crime. Qualquer informação, ligar 197 (Polícia Civil). // Liberdadenews.