Na tarde do último dia (08) de maio, a senhora Elenilza Santos portadora de BPC foi tentar vacinar contra Coronavírus no posto de vacinação do Colégio Estadual Paulo Freire e foi impedida.

Segundo informado nas Redes socias da Prefeitura seria a sua vez, no último dia 08/05, sábado, o dia de pessoas com comorbidades, com BPC e doenças neurológicas. Elenilza foi levada por familiares e impedida de vacinar.
Ela tem Deficiência Permanente causada por ataxia, uma doença neurodegenerativa. A filha dela levou o relatório médico, conforme solicitado e comunicado pela Secretaria de Saúde, mas mesmo assim, ela foi impedida.

Os familiares levaram e apresentaram o relatório médico comprovando a doença degenerativa e não foi suficiente. Além disso, ela sendo cadeirante e com evidentes dificuldades.
Além disso o Agente de Saúde responsável do atendimento em sua comunidade foi quem comunicou a família que, hoje, sábado, dia 8 seria o dia dela vacinar. O tão sonhado dia, foi mais uma frustração com atendimento de saúde do município. O esperado dia da imunização foi um dia de humilhação para Elenilza. O posto não oferecia nenhuma acessibilidade e ainda contando com a falta de sensibilidade da equipe que estava fazendo a imunização.
Lembrando que são mais de 400 mil mortes, estamos vivenciando um momento difícil no país e quando chega a hora de ser vacinada uma pessoa com doença degenerativa foi impedida em Jequié. A Prefeitura Comunica e depois impede? Qual sentido?
A Secretaria de Saúde de Jequié, respondeu a família que não houve comprovação do BPC.
Em e mail enviado a nossa redação, a família da senhora Elenilza, mostra os laudos médicos que comprova do BPC da paciente, e que não foram aceitos pela secretaria de saúde do município de Jequié. Leia e mail na íntegra.