Celestine foi detido e ouvido pelas autoridades e contou que a morte depois que ouviu um barulho no quarto do apartamento. Quando entrou no cômodo, Hamilton estava sentado na janela, já com as pernas do lado de fora do prédio. O filho então teria pedido desculpas e se jogado.

A versão nunca convenceu Raquel. "Não estava [acreditando]. Mãe não se engana. Depois que eu enterrei meu filho, eu falei para ele [Celestine] que eu ia buscar justiça, não demorasse o tempo que fosse, mas que eu ia ver ele atrás das grades", disse.

Após o crime, o apartamento passou por perícia e a criança por exames necroscópicos. Depois de um mês, o resultado do laudo apontou vestígios de sangue no interior do apartamento. Além disso, revelou que a criança morreu por asfixia mecânica antes da queda.

Celestine fugiu ao ser considerado o principal suspeito de ter assassinado o filho e teve a prisão decretada. Indignada, Raquel passou a procurar pelo culpado por conta própria e o achou nesta quinta-feira (16), no centro de São Paulo. Ela chamou a polícia e o nigeriano finalmente foi preso.